sexta-feira, 7 de outubro de 2011


  Sopro de Sensibilidade


  Aquela que nasceu
Do sopro divino
Tem em seu corpo o abrigo
Onde gera seu filho

Bendito seio que alimenta
O filho com seu leite materno
Bendito corpo que encanta
O homem com seu desejo eterno

Mulher, és tu!
Que dizem veio da costela
Tirada do bicho homem 
Que não pode viver sem ela

Mulher qual borboleta ao sair do casulo
Voa, voa colorida!
Pois sem saber da vida
Atira-se logo a sugar
O néctar da flor preferida

Bendita sejas mulher!
Bendito sopro que te deu luz
Pois sem a tua sensibilidade
Morreríamos no abandono da cruz.

Do livro Sensibilidade

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